Ferramentas para cintar para fita plástica, de aço e têxtil

As ferramentas para cintar tensionam, unem e cortam fitas de cintar em paletes, caixas ou fardos. Funcionam manualmente, com ar comprimido ou a bateria, conforme o modelo. Cada ferramenta é adequada a um tipo e largura de fita, desde PET e PP até aço e têxtil.

Existem seis subcategorias: máquinas de cintar a bateria para uso sem fios, ferramentas de cintagem manual para operação manual, ferramentas de cintar pneumáticas para ar comprimido, kits de cintagem que incluem ferramenta, fita e carro, carros de cintagem para desenrolar bobinas, e selos metálicos para fita para unir a fita.

Escolha as ferramentas para cintar pelo tipo de fita, largura, quantidade de cintagens diárias e se dispõe de energia elétrica ou ar comprimido no local de trabalho. Uma tabela com as seis subcategorias encontra-se abaixo da grelha de produtos.

O que fazem as ferramentas de cintagem e como funcionam

As ferramentas para cintar, também chamadas de ferramentas de cintagem, tensionam a fita em torno da carga, unem as extremidades e cortam a fita da bobina. O acionamento pode ser manual, a bateria ou por ar comprimido. Cada ferramenta é fabricada para um tipo e largura de fita específicos.

A união depende da fita. As ferramentas a bateria soldam por fricção as fitas PET e PP, a pneumática AIR19 solda fita PET, e a manual PPST-13/16 une fita PP com selo metálico. A fita de aço é unida com selo, clip ou ferramenta sem selo. Fitas têxteis e compostas usam fivela metálica. A própria fita encontra-se na categoria fitas de cintar.

Nem todas as ferramentas realizam as três funções: um tensionador como o ITI 71 tensiona e corta fita têxtil e composta, e a união é feita com uma fivela metálica.

O tipo de acionamento determina onde e como pode ser utilizada a ferramenta. As ferramentas manuais não necessitam de fonte de energia, sendo adequadas para locais sem eletricidade ou ar comprimido. As ferramentas a bateria funcionam sem mangueira ou cabo, permitindo mobilidade no armazém ou na produção. As ferramentas pneumáticas requerem linha de ar comprimido no posto de trabalho, sendo ideais para locais já equipados com este recurso.

Antes de utilizar a ferramenta, puxe a fita à volta da carga o mais apertado possível manualmente. Assim, a ferramenta necessita de menos tempo para tensionar e, no caso da ferramenta a bateria, consome menos carga.

Após cada cintagem, verifique a união. Uma soldadura por fricção deve cobrir toda a largura da fita, um selo metálico deve estar bem prensado e uma união sem selo em fita de aço deve estar bem encaixada e cortada. Se a união não estiver correta, corte a fita e repita a cintagem. Óleo, gordura ou água na fita podem impedir a soldadura por fricção, por isso mantenha a fita limpa e seca.

Modelos de máquina de cintar a bateria e as suas aplicações

Máquina de cintar a bateria NEO Plus para fita PET e PP 16-19 mmMáquinas de cintar a bateria funcionam sem mangueira ou cabo. Para fitas PET e PP de 9 a 19 mm, os modelos incluem NEO2, NEO Plus, GT ONE, SIAT VIPER e Signode BXT3; o TES EXTREME é para fita PET de 19–25 mm. O ITI 71 é um tensionador a bateria para fita têxtil e composta de 16–40 mm.

Para fita de aço, os conjuntos AKU-STEEL DUO e ELECTRA M SERIES são alimentados a bateria para 19, 25 ou 32 mm. Estas ferramentas tensionam, unem e cortam a fita. Alguns modelos incluem uma ou duas baterias e carregador.

Por largura, o NEO2 é para fita de 9–16 mm, o SIAT VIPER para 9, 12 ou 16 mm e o GT ONE para 10–16 mm. O NEO Plus é para 16–19 mm, e o Signode BXT3 está disponível em três versões para 9–19 mm. O TES EXTREME é destinado a fita PET de 19–25 mm.

Estes modelos de máquina de cintar a bateria soldam a fita por fricção, não sendo necessário adquirir selos metálicos para cada união. O único custo de utilização é a própria fita. Alguns modelos, como o NEO Plus e o TES EXTREME, incluem duas baterias e carregador. Uma bateria carrega enquanto a outra está em uso.

O ITI 71 tensiona fita têxtil e composta até 11000 N; a união é feita com fivela metálica, que deve corresponder à largura da fita. Algumas ferramentas, como a GT ONE, têm modo suave com 500 N de tensão para embalagens leves ou frágeis.

A soldadura por fricção não mantém toda a resistência da fita. No NEO2, a união suporta cerca de 75 por cento da resistência da fita. O SIAT VIPER atinge entre 75 e 85 por cento. Assim, a resistência da cintagem depende da união.

No NEO Plus, a tensão é definida no visor em 7 níveis, não como força: o nível 1 corresponde a cerca de 600 N e o nível 7 a cerca de 4000 N. Registe qual o nível adequado para cada tipo de embalagem e utilize-o em todos os turnos.

Subcategorias de ferramentas para cintar e o que inclui cada uma

Para utilizar a tabela, localize primeiro o material e largura da fita na coluna Fita. Depois, leia a subcategoria na primeira coluna dessa linha. Abra a subcategoria para ver todos os produtos correspondentes. A coluna Exemplos apresenta alguns produtos típicos de cada subcategoria, mas nem todos os modelos estão listados. Por exemplo, a fita PET de 16 mm aparece nas linhas de máquinas de cintar a bateria e de ferramentas de cintar pneumáticas.

Subcategoria Conteúdo Fita Exemplos
Máquina de cintar a bateria ferramentas a bateria que tensionam, unem e cortam; bateria suplente PET 9–25 mm, PP 9–19 mm; têxtil e composta 16–40 mm; aço 19, 25 ou 32 mm NEO2, NEO Plus, GT ONE, SIAT VIPER, ITI 71, AKU-STEEL DUO
Ferramentas de cintagem manual ferramentas manuais e ferramenta para passar fita em paletes PP 12–13 ou 15–16 mm; aço; têxtil e composta até 50 mm PPST-13/16, A3, BO-51, A4, B190
Ferramentas de cintar pneumáticas ferramentas acionadas por ar comprimido PET e PP 13–19 mm; aço 19, 25 ou 32 mm AIR19, AIR Metal, AIR DUO32
Kits de cintagem uma ferramenta com fita e carro de cintagem PET, PP ou composta kit NEO2, kit CORD, kit AIR19
Carros de cintagem carros dispensadores para bobinas de fita núcleos 405/406 mm, 200 mm e 76 mm; bobinas de aço HC2, HS5
Selos metálicos para fita selos, clips e fivelas metálicas PP 13 ou 16 mm; aço; têxtil e composta selos PP, clips pneumáticos, fivelas metálicas

Ferramentas de cintagem manual e pneumática para todos os tipos de fita

Ferramenta manual de cintagem de aço sem selo A3Ferramentas de cintagem manual incluem o modelo PPST-13/16 para fita PP com selos metálicos, os modelos A3, BO-51 e A4, todos ferramentas de cintagem de aço sem selo, e um tensor manual para cinta têxtil e composta em três tamanhos. O passador de paletes B190 empurra a fita por baixo da palete com uma haste flexível de 1900 mm, evitando que alguém tenha de se ajoelhar em cada palete.

As ferramentas de cintar pneumáticas incluem o modelo AIR19 para fita PET e PP de 13–19 mm, o AIR Metal para fita de aço de 19 a 32 mm, e o AIR DUO32 para fita de aço de 19, 25 ou 32 mm. Todas as ferramentas pneumáticas requerem ar comprimido.

As ferramentas manuais não precisam de bateria nem de ar comprimido, sendo práticas para locais sem energia elétrica ou quando se aplicam apenas algumas fitas por dia.

O AIR19 une a fita PET e PP por soldadura por fricção, dispensando selos. O AIR Metal une a fita de aço com um clip metálico. O AIR DUO32, que é tensor e selador, une a fita de aço com um selo.

Nenhuma ferramenta manual desta categoria é adequada para fita PET. O modelo PPST-13/16 serve apenas para fita PP, por isso, se precisar de cintar com PET, utilize uma máquina de cintar a bateria como a NEO2 ou a ferramenta pneumática AIR19.

No modelo A3, a fita superior da união sem selo deve ser enganchada entre 1 a 1,5 mm, no máximo 2 mm, na fita inferior. As ferramentas pneumáticas necessitam de filtro, regulador e lubrificador na linha de ar. O conjunto AIR DUO32 é feito para uma só largura de fita, pelo que, se utilizar duas larguras, precisa de um conjunto separado para cada uma.

Kits de cintagem, carros de cintagem e selos metálicos para fita

Kit de cintagem têxtil com tensor manual, fita composta, fivelas de arame e carro dispensadorKits de cintagem combinam ferramenta, fita e um carro de cintagem numa só encomenda. Carros de cintagem dispensam bobinas de fita PET, PP, têxtil, composta ou de aço, ajustando-se ao diâmetro do núcleo e ao tipo de fita. Selos metálicos para fita incluem selos metálicos para fita PP, clips para fita de aço e fivelas de arame para fita têxtil e composta.

Os kits incluem uma ferramenta a bateria, manual ou pneumática, com fita e um carro de cintagem.

Os kits a bateria, como o kit NEO2, incluem bateria e carregador. Kits com o PPST-13/16 acrescentam fita PP e selos metálicos, enquanto o kit CORD é para fita composta e inclui um tensor manual, duas bobinas de fita composta, fivelas de arame e um carro dispensador. O kit AIR19 inclui fita PET de 15,5 mm e um carro de cintagem; a ferramenta continua a necessitar de ligação a ar comprimido.

Os carros de cintagem são concebidos para segurar a bobina de fita e permitir o desenrolamento suave, sem emaranhados. O carro deve corresponder ao diâmetro do núcleo da bobina: 405/406 mm para bobinas PET e PP, 200 mm para bobinas de cinta têxtil e PP (HC2), 76 mm para fita têxtil, e o HS5 para bobinas de fita de aço. Utilizar o carro correto evita que a bobina se desenrole sozinha e mantém a fita organizada durante o trabalho.

Os selos metálicos para fita devem ser escolhidos de acordo com a largura e o tipo de fita. Existem selos metálicos de 13 mm ou 16 mm para fita PP, clips para fita de aço de 16 x 40 mm para cintagem manual e clips pneumáticos de 16 x 40, 19 x 57, 25 x 57 e 32 x 57 mm para cintagem pneumática de aço. As fivelas de arame são usadas para fita têxtil e composta e devem corresponder à largura da fita. Cada união requer um selo, clip ou fivela, por isso deve encomendar a quantidade necessária para o número de cintagens previstas.

Manual, bateria ou ar: que acionamento escolher

As ferramentas para cintar utilizam três tipos de acionamento: manual, bateria ou ar comprimido. As ferramentas de cintagem manual são indicadas para poucas cintagens por dia e locais sem energia ou ar. As máquinas de cintar a bateria, como a NEO2 ou GT ONE, trabalham diretamente na carga e param na tensão definida. Os modelos pneumáticos, como o AIR19, requerem ligação a ar comprimido, mas não precisam de carregamento. Quando o número de cintagens diárias ultrapassa a capacidade das ferramentas manuais, uma máquina de cintar automática faz a cintagem de cada embalagem de forma autónoma; estas encontram-se na categoria de máquinas de cintar.

Se só precisa de aplicar algumas fitas por dia ou trabalha num local sem energia elétrica ou ar comprimido, uma ferramenta manual é a opção prática.

Quando é necessário cintar muitas paletes ou volumes por dia e o trabalho decorre em vários locais, uma ferramenta a bateria é mais adequada. Máquinas de cintar a bateria como a NEO2 ou GT ONE são portáteis e funcionam sem mangueira ou cabo. Vão diretamente à carga e permitem definir a tensão para que a ferramenta pare automaticamente ao atingir o valor definido.

Se a sua linha de embalagem já dispõe de ar comprimido, as ferramentas pneumáticas são uma boa solução. Modelos pneumáticos como o AIR19 ou AIR Metal não precisam de baterias, evitando paragens para carregamento.

A ferramenta vai até à carga; a máquina de cintar exige que a carga seja levada até ela.

Para fita PP, a ferramenta manual PPST-13/16 aplica um selo metálico em cada fita, pelo que cada embalagem requer selos e trabalho de alavanca. À medida que o número de cintagens por dia aumenta, este passo extra e o custo dos selos tornam-se significativos. Uma máquina de cintar a bateria como a NEO2 solda a fita PP sem necessidade de selos.

A fita de aço pode ser aplicada com qualquer um dos três acionamentos. O modelo manual A3 é adequado para fita de aço de 13, 16 ou 19 mm e o A4 para fita de 0,55 a 0,75 mm de espessura, ambos unindo sem selos. A máquina de cintar a bateria AKU-STEEL DUO é indicada para fita de aço mais espessa, de 0,8 a 1,2 mm, e as pneumáticas AIR Metal e AIR DUO32 requerem ligação a ar comprimido. Os modelos A3 e A4 são ferramentas de alavanca que exigem as duas mãos na operação.

Para fita têxtil e composta, o tensor manual existe em três tamanhos até 50 mm para utilizações ocasionais. O tensor a bateria ITI 71, para larguras de 16 a 40 mm, é indicado para cintagens frequentes. A manutenção depende do tipo de acionamento: ferramentas manuais devem ser limpas e lubrificadas, as de bateria precisam de carregamento e armazenamento seco e sem gelo, e as pneumáticas exigem drenagem diária do filtro de ar e enchimento do lubrificador. As ferramentas pneumáticas requerem não só pressão, mas também volume de ar suficiente.

Combinar ferramentas para cintar, fita e carro

Antes de encomendar, verifique a carga, o material e a largura da fita. As ferramentas para cintar devem ser compatíveis com a fita: PET, PP, aço, têxtil ou composta.

Selos, clips e fivelas devem corresponder à largura da fita. Cada união utiliza um. O carro dispensador deve ser adequado ao núcleo da bobina.

Comece por identificar a fita utilizada: material, largura e espessura. A ferramenta escolhida deve ser projetada para esse tipo e dimensão de fita. Por exemplo, se utiliza fita PET de 16 mm de largura, necessita de uma ferramenta compatível com PET de 16 mm, como a NEO Plus. Se a sua fita é de aço, confirme que a ferramenta é adequada para fita de aço e para a largura pretendida, como a AKU-STEEL DUO para fita de aço de 19, 25 ou 32 mm.

Depois, selecione o tipo de união que se adequa ao seu processo. As ferramentas a bateria para fita PET e PP e a pneumática AIR19 para fita PET soldam a união por fricção, dispensando selos. A ferramenta manual PPST-13/16 utiliza selo metálico, pelo que deve encomendar selos na largura correta. Para fita de aço, pode optar por ferramenta que utilize selo ou clip, ou por ferramenta sem selo como a A3, BO-51 ou A4. Fitas têxteis e compostas unem-se com fivela de arame adequada à largura da fita.

Verifique o diâmetro do núcleo da bobina em relação ao carro dispensador. Bobinas PET e PP com núcleo de 405/406 mm requerem o carro dispensador PET/PP. Bobinas de cinta têxtil e PP com núcleo de 200 mm utilizam o carro HC2. Rolos de fita têxtil com núcleo de 76 mm usam o carro para fita têxtil. Bobinas de fita de aço utilizam o carro HS5.

Conte quantas cintagens realiza por dia e verifique se existe energia elétrica ou ar comprimido no local onde faz a cintagem da carga.

A fita PET deve ser compatível com a máquina de cintar a bateria tanto em largura como em espessura. Por exemplo, fita PET de 15,5 x 0,9 mm é adequada para os modelos NEO2 e GT ONE, 19 x 1,0 mm para o NEO Plus, e 25 x 1,2 mm para o TES EXTREME.

Os selos metálicos devem ser compatíveis tanto com a ferramenta como com a fita. Os selos pneumáticos não servem para ferramentas manuais, e os selos de 16 x 40 mm para cintagem manual utilizam-se com um tensor manual e um selador. Verifique também a largura da fita em relação ao carro de cintagem. O carro dispensador para PET/PP foi concebido para fita de 10–19 mm de largura em bobines com núcleo de 405/406 mm, e a fita PP desta loja tem núcleo de 406 mm, pelo que é compatível com este carro. O carro dispensador PET/PP e o HC2 têm travão, que impede a bobine de desenrolar quando a fita é puxada, e dispõem de caixa ou tabuleiro para selos e ferramenta.

O que influencia o preço das ferramentas para cintar

O preço de uma ferramenta para cintar depende do tipo de acionamento (manual, bateria ou pneumático), da largura e tensão da fita, e se a ferramenta inclui uma ou duas baterias. Para fita de aço, alguns conjuntos incluem tensor e selador. O custo de utilização resulta da fita, selos, clips e fechos. O preço está indicado em cada ficha de produto.

O principal custo de utilização é a própria fita. Para ferramentas que utilizam selo, clip ou fecho, é necessário encomendar um por união, o que aumenta o custo ao longo do tempo. Em cada ficha de produto encontra um botão Pedir orçamento para solicitar cotação e um botão Adicionar ao pedido para reunir vários produtos num só pedido.

Para calcular o custo por cintagem, some o comprimento da fita à volta do volume e a sobreposição, e divida o comprimento da bobine indicado na página da fita por esse valor. Por exemplo, uma bobine de PET 19 x 1,0 mm tem 1 000 metros. Assim obtém o número de cintagens por bobine e, sendo um selo por união, o número de selos, clips ou fechos necessários.

Os selos, clips e fechos são vendidos em caixas. Por exemplo, os selos para PP vêm em caixas de 1 000 unidades e os clips pneumáticos em caixas de 1 000 (800 para 32 x 57 mm). As peças de desgaste também fazem parte do custo de utilização. Nas máquinas a bateria para fita plástica, o cortador, as placas dentadas e a roda de tensão são peças de desgaste. No modelo AKU-STEEL DUO, a mandíbula móvel e a roda de alimentação são peças de desgaste.

Trabalhar em segurança com ferramentas para cintar

Ao utilizar ferramentas para cintar, use luvas e proteção ocular. Coloque-se ao lado da fita durante a tensão. Uma fita tensionada pode recuar ao ser cortada, por isso corte sempre de lado com tesouras para cintar. Os protetores de arestas ajudam a evitar danos na fita em cantos vivos.

Nunca levante ou puxe uma carga pela fita. Mantenha a bobine num carro dispensador para evitar que se desenrole sozinha.

As extremidades da fita de aço são cortantes e podem provocar cortes se manuseadas sem proteção. A proteção ocular é importante porque a fita pode recuar ao ser cortada.

Coloque-se ao lado da fita enquanto é tensionada, nunca diretamente em linha com ela. Isto reduz o risco de lesão caso a fita se parta ou deslize durante a tensão.

Cortar de lado mantém o corpo fora da trajetória da fita caso esta recue.

Utilize protetores de arestas em cantos vivos para evitar que a fita seja danificada ou cortada pela carga.

Ao cortar uma fita de aço tensionada, segure sempre a parte superior, pois a fita inferior avança rapidamente. Mantenha os dedos afastados da zona da roda de tensão e nunca coloque a mão entre a fita e o volume durante a tensão. Nunca expeda uma carga com uma união mal formada.

Preveja proteção auditiva quando necessário. O modelo SIAT VIPER atinge cerca de 96 dB(A) durante a soldadura, e o manual do AIR19 recomenda protetores auriculares quando o ruído ultrapassa os 85 dB(A). Se uma fita ficar presa numa máquina a bateria, retire primeiro a bateria e só depois corte a fita. Ao remover pó de uma ferramenta com ar comprimido, utilize proteção ocular, pois o pó é projetado na direção do rosto.

Perguntas sobre ferramentas para cintar

Que ferramenta devo usar para fita de aço?

Para fita de aço, utilize os conjuntos a bateria AKU-STEEL DUO ou ELECTRA M SERIES para 19, 25 ou 32 mm, ou as ferramentas manuais sem selo A3, BO-51 ou A4. Também estão disponíveis as ferramentas pneumáticas AIR Metal e AIR DUO32 para fita de aço.

As máquinas de cintar a bateria precisam de selos?

As máquinas de cintar a bateria para fita PET e PP soldam a fita por fricção e não necessitam de selos metálicos. Para fita de aço, ambos os conjuntos a bateria requerem selos: o AKU-STEEL DUO utiliza selo de aço e o ELECTRA M SERIES faz a união com selo de duplo entalhe. O modelo ITI 71 para fita têxtil e composta utiliza fechos metálicos.

O que inclui um kit de cintagem de paletes?

Um kit de cintagem de paletes inclui uma ferramenta para cintar, fita e um carro de cintagem. Alguns kits incluem bateria e carregador, selos metálicos ou fechos, conforme a ferramenta e a fita.

Que carro dispensador é compatível com que bobine?

O carro dispensador PET/PP é compatível com bobines PET e PP com núcleo de 405/406 mm. O carro HC2 destina-se a bobines de cinta têxtil e PP com núcleo de 200 mm. O carro para fita têxtil é para rolos com núcleo de 76 mm. O HS5 é para bobines de fita de aço.